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Tome cuidado com esses 2 mitos sobre o estudo de guitarra

Blog do Music Jungle

Por Equipe Music Jungle em 21 de Junho de 2017

Ser autodidata na guitarra não é uma tarefa fácil, não é mesmo?

Além de ter que aprender sozinho, você ainda tem que filtrar o que vai aprender para que você não perca dias/meses/anos com ideias e conceitos errados sobre o estudo da guitarra.

Então, para não ficar dando voltas e voltas, confira abaixo esses dois conceitos que são muito confundidos (e até ensinados de forma errada) por diversos guitarristas internet à fora.

 

reprodução: Instagram @benyabarshai

 

1 - “Arpejo é uma técnica”

Muitos dos meus alunos ficam surpresos quando eu explico o que são arpejos:

“Um arpejo nada mais é do que as notas de um acorde tocadas sucessivamente.”

E vem a resposta:

“Mas como assim? Vi vários vídeos no YouTube dos guitarristas passando exercícios de arpejos e me parece uma coisa tão difícil de fazer!”

O que acontece, é que a maior parte do material sobre arpejos que você acha na internet está ligado à guitarra rock/metal e à palhetada sweep. Aí vem a confusão.

Se uma pessoa que não sabe o que é arpejo assiste 5 vídeos sobre o assunto, e os 5 utilizam a mesma abordagem (mesmo estilo, mesmos shapes e a mesma técnica - sweep picking), ela passa a acreditar que arpejo é aquilo. E muitas vezes, acaba passando isso para frente.

No entanto, os arpejos são aplicados a todos os instrumentos musicais (com exceção dos exclusivamente rítmicos) utilizando variadas técnicas para sua execução, nos mais diversos estilos, como jazz, blues, funk, pop, flamenco, etc…

Veja esse vídeo de uma improvisação do guitarrista de jazz Jens Larsen utilizando apenas arpejos:

 

 

2 - “Modos Gregos São Shapes de Escalas”

Este também causa grande confusão entre os autodidatas.

É comum (não que seja correto), professores abordarem os famosos modos gregos como um conjunto de 7 shapes, afinal, são 7 modos gerados a partir da escala maior.

O problema desse tipo de abordagem, é que ele é centrado na guitarra e não na música como um todo, assim como se faz com os arpejos.

Se os modos gregos fossem shapes/desenhos de escala, então não seria possível executar em muitos outros instrumentos.

Na minha visão, o mais adequado, é entender os modos gregos como diferentes sonoridades. É possível identificar os modos apenas ouvindo-os.

Então, quando for estudar os modos gregos, busque se acostumar com a sonoridade de cada um deles. Sonoridade do modo dórico, frígio, mixolídio, etc.

Ouça essa peça em E dórico do músico Rick Beato, feita para ilustrar sua aula sobre o modo dórico:

 

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Se você é um guitarrista autodidata tentando aprender nesse oceano de informações, dê uma conferida nas nossas dicas de como aprender guitarra sozinho no blog do Music Clan.

 

Davi Filho é guitarrista, professor de guitarra e administrador de empresas por formação. Curte postar vídeos no Instagram, ouvir blues, assistir filmes nas horas vagas e também está no Facebook . Faz parte do time do Music Clan e da Revista Guitarload.


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Em 04 de Dezembro de 2017

ótimo - chegou rapidão! :) som ótimo para estudo!