Partes de uma bateria

Blog do Music Jungle

Por Equipe Music Jungle em 18 de Janeiro de 2018

 Voltamos com mais um post explicativo e, dessa vez, vamos falar sobre a bateria, esse  instrumento de percussão tão querido pelo mundo todo. Neste post iremos comentar sobre as partes da batera e o funcionamento de cada componente.

Como já estão acostumados, vamos pelo básico. O instrumento bateria é um conjunto de tambores e pratos e outros instrumentos de percussão que são tocados com o auxílio de baquetas. Para explicar cada parte, veja a imagem abaixo com um kit bem básico de uma bateria:

Agora vamos parte por parte! ;)

Veja os kits de bateria a venda no Music Jungle: Kits de Bateria

A Caixa

Um kit de bateria musical básica começa com uma caixa (snare drum), que é o 'tambor' com o som mais seco e agudo. Normalmente é raso, com profundidade entre 4” a 10”, ela possui uma esteira de aço sobre a pele de baixo, essa que é acionada por um mecanismo que faz a regulagem por meio da tensão, controlando o contato com a pele. A caixa de bateria é considerada um dos tambores mais importantes do instrumento.

Veja as caixas a venda no Music Jungle: Caixas de Bateria

Os Tons

Acima da caixa encontramos os tons, esses que são tambores de diâmetro entre 6” e 14”. A afinação deles é mais grave que a caixa, porém menos grave que o surdo (Floor tom). Assim: os dois toms logo acima da caixa tem sons mais graves que a caixa e o tom da direita, é mais grave que o da esquerda.

Veja os Tons a venda no Music Jungle: Tom de Bateria

O Surdo

O Surdo do instrumento (Floor tom), é muito comum de ser visto em escolas de samba, fica do lado direito do baterista, ele possui um tom mais grave que os tons de cima da caixa e menos grave que o bumbo.

Veja os Surdos a venda no Music Jungle: Surdos

O Bumbo

O Bumbo (bass drum) é o maior tambor do kit, seu diâmetro varia entre 16” e 26” e a profundidade entre 14” e 22”. Ele é tocado com o pé através de um pedal e tem como função principal marcar o ritmo da música.

Veja os Bumbos a venda no Music Jungle: Bumbos

Além dos tambores, temos os pratos que tem uma imensa variedade de tamanhos e sons.

O Chimbau

O chimbau (Hi-hat) é usado para a marcação do compasso ou para a condução da música. Eles se compõe de dois pratos, um virado para cima e outro para baixo. Seu suporte é conhecido como máquina de chimbau, sua função principal é permitir que os pratos sejam tocados um contra o outro através de um pedal.

Veja os Chimbaus a venda no Music Jungle: Chimbau de Bateria

Prato de Ataque

O prato de ataque (Crash) é utilizado para acentuações no início ou no fim do compasso. Ele possui um som explosivo, que tem um ataque rápido e um sustein com grande volume. As medidas mais utilizadas nos crashes vão de 14” a 19”. Porém existem crashes de até 21”.

Veja os Pratos de Ataque a venda no Music Jungle: Pratos de Ataque

Prato de Condução

O prato de condução (Ride) é um Prato utilizado para conduzir o groove, servindo assim como base para as batidas mais acentuadas. Os tamanhos de rides estão entre 18” e 22”, sua grande superfície permite que o baterista explore diversas regiões de prato.

Veja os Pratos de Condução a venda no Music Jungle: Pratos de Condução

Prato de corte

Os pratos de corte (splash) são usados para acentuações leves e com pouco volume, o prato de corte é derivado do de ataque, que nasceu devido a necessidade de um som de crash com menos volume e mais ataque.

Veja os Pratos de Corte a venda no Music Jungle: Pratos de Corte

Prato China

O Prato chinês são pratos usados para efeitos de destaque em certas ocasiões ele possui um som com predominância nas faixas dos médios e agudos.

Veja os Pratos de Chinês a venda no Music Jungle: Pratos Chinês

Os pratos de bateria normalmente são presos/suspensos com o auxílio de tripés de metal que podem ser ajustados de acordo com a necessidade do baterista, mas também há alguns bateristas que utilizam seus pratos suspensos por um tipo de armação de metal, como você pode ver aqui. Alguns tem armações complexas feitas especificamente para aquele baterista.

Além dessas partes, a bateria é peculiar por possuir pedais. O bumbo e o chimbal são tocados com os pés, normalmente para marcar o tempo/andamento da música, mas seu uso, como tudo na música, varia de acordo do usuário. Alguns bateristas, mais notoriamente bateristas de música mais pesada, usam dois pedais para o bumbo. Os pedais do bumbo, quando são apertados, movem um pequeno martelo contra o bumbo, fazendo assim seu som. Há também alguns set-ups com dois martelos para um único pedal, como você pode ver aqui.

Existe também a bateria eletrônica, que utiliza sintetizadores para reproduzir os sons dos tons e pratos. Ela possui sensores que geram um sinal elétrico cada vez que uma de suas partes é tocada. O sinal é transmitido por cabos até um módulo eletrônico e então o som desejado é reproduzido. Uma das vantagens perante a bateria acústica é que o baterista pode colocar fones para somente ele escutar os sons que está tocando, eliminando assim aquela velha dificuldade dos bateristas: o incômodo aos vizinhos.

Essa é a "formação" mais comum e recomendada para bateristas iniciantes. Bateristas mais experientes podem ou não aumentar seus kits de acordo com suas necessidades mas, como sempre digo, comece com o mais simples e vá evoluindo!

Existem também alguns outros acessórios que podem ser colocados na bateria, como o "cowbell", triângulo, pandeiros/meia-luas, sinos e etc, quem manda é sua imaginação, necessidade e vontade sonora.

Trívia: o maior kit de bateria, segundo o Guinness, é o do Dr. Mark Temperato com 340 peças. Sério, a bateria do cara é tão grande que ele fica coberto por ela:

E por hoje é só, pessoal! Espero ter explicado de uma maneira decente mas, como sempre, qualquer dúvida, crítica, sugestão ou qualquer coisa, mande seu comentário! Ah, e nos dê um curtir na nossa página no Facebook! Abraços e até a próxima!

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